Aromaterapia: Benefícios no Sistema Público de Saúde

Aromaterapia: Benefícios no Sistema Público de Saúde

 

As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) representam um leque diversificado de terapias que visam a prevenção e recuperação da saúde.

Estas práticas valorizam a escuta atenciosa, a construção de vínculos terapêuticos e a harmonização do indivíduo com seu ambiente e comunidade. Oficializadas pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), a Aromaterapia destaca-se como uma abordagem terapêutica poderosa.

O que é Aromaterapia?

A Aromaterapia é uma prática terapêutica com raízes profundas na história, que utiliza as propriedades dos óleos essenciais, substâncias voláteis extraídas de plantas, para restabelecer o equilíbrio e a harmonia no organismo, promovendo a saúde física e mental, bem como o bem-estar e a higiene.

 

 

Para que Serve a Aromaterapia?

Amplamente adotada tanto individualmente quanto em contextos coletivos, a Aromaterapia pode ser associada a outras abordagens terapêuticas, como a terapia floral e a cromoterapia, potencializando os resultados do tratamento.

 

Essa prática multiprofissional tem conquistado espaço entre diversos profissionais de saúde, incluindo enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, médicos, veterinários, terapeutas holísticos e naturistas, bem como terapeutas em homeopatia.

 

Ela é empregada em diversas áreas da saúde para auxiliar de forma complementar na busca pelo reequilíbrio físico e emocional dos indivíduos.

 

 

Quem Pode Ser um Aromaterapeuta?

No Brasil e em Portugal, não é necessário ter um curso superior para exercer a profissão de Aromaterapeuta. No entanto, existem algumas exigências e recomendações para se tornar um profissional qualificado nesta área.

 

No Brasil, a recomendação é que os interessados em se tornar Aromaterapeutas realizem um curso de Aromaterapia com uma carga horária mínima de 300 horas.

 

Esses cursos abrangem o estudo dos óleos essenciais, suas propriedades terapêuticas, métodos de aplicação e considerações de segurança. Embora não seja obrigatório, a formação adequada é fundamental para garantir a segurança e a eficácia no uso dos óleos essenciais em práticas terapêuticas.

 

É importante ressaltar que, independentemente da formação formal, os Aromaterapeutas devem sempre atuar com responsabilidade e ética, buscando atualização constante e respeitando as normas e regulamentações pertinentes à área da saúde e terapia alternativa em seus países de atuação.